domingo, 30 de dezembro de 2007
domingo, 23 de dezembro de 2007
Noite de Natal
Costumávamos passar a noite de Natal na casa de uma das irmãs do meu pai, Matilde, tia Tudi. Era uma farra, vinham tios e tias, vinham os primos. Uma dessas noites ficou muito marcada na minha memória.
Não me lembro o ano. Minha tia de São Paulo, madrinha do meu irmão, trouxe para ele uma bicicleta, o pedido dele ao Papai Noel. Eu tinha pedido uma boneca chamada Din Din, que a gente dava corda e ela tocava uma musiquinha de ninar e se espreguiçava.
Na hora da ceia, todos os meus primos já tinham recebido os presentes, menos eu e meu irmão. Para evitar choradeira, meu pai resolveu vir até em casa ver se o Papai Noel já tinha passado por aqui. Para nossa alegria, o bom velhinho já tinha devidamente entregue nossos presentes. Então foi uma festa só!
O mais engraçado foi que depois de algum tempo meu irmão tinha abandonado a bicicleta e ficou brincando com o carrinho de bombeiros do meu primo, que por sua vez girava pela casa toda com a bicicleta novinha. Essas crianças...
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Saudade de outros tempos
É impressionante como nunca valorizamos as coisas no momento em que elas acontecem. Só percebemos sua verdadeira importância depois que elas acabam e não voltam mais. Queria ter aproveitado tanto outros natais!
Será que terei aproveitado este como ele merece quando me lembrar dele daqui a algum tempo?
domingo, 16 de dezembro de 2007
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Poema colado
Vi este poema no blog do Antonio Cícero e adorei.
El tiempo
Este verso és el presente.
El verso que habéis leído ya es el pasado,
ya ha quedado atrás después de la lectura.
El resto del poema es el futuro,
que existe fuera de vuestra
percepción.
Las palabras
están aquí, tanto si las leéis
como si no. Y ningún poder terrestre
puede modificarlo.
Joan Brossa
El tiempo
Este verso és el presente.
El verso que habéis leído ya es el pasado,
ya ha quedado atrás después de la lectura.
El resto del poema es el futuro,
que existe fuera de vuestra
percepción.
Las palabras
están aquí, tanto si las leéis
como si no. Y ningún poder terrestre
puede modificarlo.
Joan Brossa
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Caiu!!!
Deixei de me declarar corintiana por muito tempo, até flertei com outros times, mas ontem foi impossível ficar indiferente. Assisti ao jogo e entrei no ritmo do alívio e da decepção que se alternavam nos rostos dos torcedores a cada momento, a cada lance dos dois jogos decisivos. Até que veio o apito final e a palavra tão temida repercutiu: rebaixamento. Palavra que soa triste pela grandeza do clube, mas merecida pela mediocridade e pela bandalheira dos últimos tempos.
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Com a cabeça no lugar
Hoje saiu no jornal que uma psicóloga passará a fazer parte da comissão técnica da seleção feminina de volei. Realmente já estava na hora, depois das três panes que as meninas sofreram em momentos decisivos, começando com aquele de Atenas, um dos nossos momentos olímpicos que eu acho que nunca vou esquecer.
Agora que a vaga olímpica já está conquistada, depois de um pequeno susto, haverá tempo e tranquilidade para trabalhar as emoções e, tomara, chegar tinindo em Pequim no ano que vem.
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Poema
Quem será capaz de dizer
Tornar em palavras
Aquilo que o espelho
Do fundo dos olhos
Estampa no rosto
Quando um bem acaba
30/01/2005
Tornar em palavras
Aquilo que o espelho
Do fundo dos olhos
Estampa no rosto
Quando um bem acaba
30/01/2005
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Mantendo a mente aberta
Outro dia assisti o filme Ponte para Terabítia, que conta a história de um casal de amigos, Jess e Leslie, que criam um mundo de fantasia, o reino de Terabítia, que se torna o seu refúgio especial.
O mais legal do filme é que esse reino de fantasia não é simplesmente o lugar onde eles se escondem do mundo real, mas o lugar onde aprendem a lidar com seus problemas, seus medos, suas angústias. O lugar da fantasia não é de alienação, como pensa o pai do Jess, ao contrário, é o lugar de descobrir soluções para a vida real, cotidiana.
É um lindo filme, tocante, comovente, que faz a gente pensar no modo como enxergamos a vida, as pessoas, a amizade. Sua grande mensagem é deixar a mente aberta, alimentar-se da fantasia, para enfrentar os vilões e monstros que nos cercam nas batalhas do dia-a-dia.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Espetacular!
O Robinho acabou com o jogo de hoje com o Olympiacos. Ele estava inspiradíssimo e deixou sua marca nos quatro gols do Real: deu o passe para o primeiro, fez dois e puxou um contra-ataque fulminante no último, além de ter sofrido um pênalti que o Nistelrooy mandou lá na lua. Deu gosto vê-lo jogar. Dá-lhe Robinho!
domingo, 21 de outubro de 2007
História não, justiça sim
Apesar de toda a simpatia pelo Hamilton e da torcida por ele, especialmente depois que o Massa ficou fora da disputa pelo título, gostei do campeonato ter ficado nas mãos do Kimi. Já que os dirigentes não foram capazes de fazer justiça, o resultado final fez. Assim a temporada, que começou disputada, foi marcada pela espionagem e terminou disputada, não fica manchada.
Mas que foi de partir o coração ver o Hamilton voltando tão sem graça para os boxes, isso foi. Por outro lado, foi muito bom não ter que aguentar aquela cara metida do Alonso comemorando outro título, o que o deixaria mais metido ainda.
***
É muito interessante olhar os palpites do início da temporada, o meu inclusive, apostando no Alonso. Tudo terminou de maneira tão diferente! Quem seria capaz de imaginar que o campeonato passaria por tantas revoluções, o Hamilton aparecendo e brilhando, o Massa sofrendo com as besteiras da equipe, o Kimi ressurgindo das cinzas, o Alonso querendo ir embora da McLaren... É por isso que esse negócio chamado esporte é tão divertido!
domingo, 7 de outubro de 2007
O milagre aconteceu
Todo mundo já dava o Hamilton como campeão da temporada e ele realmente estava com as duas mãos na taça. Mas o milagre que o Alonso esperava aconteceu, o Hamilton errou na hora de entrar nos boxes para trocar o que restava dos pneus e foi parar na brita. Acho que os deuses da Fórmula 1 resolveram fazer justiça, porque a absolvição pela manobra que causou a batida do Vettel no Japão foi totalmente injusta, mesmo eu, que me tornei torcedora dele depois que o Massa ficou fora da briga, achava que ele merecia ser punido.
Claro que o título não se tornou impossível, mas as coisas ficaram mais complicadas. O Alonso vai vir com toda a gana para o Brasil e não se pode desprezar seu talento e a experiência de dois títulos. O importante é que o Hamilton tenha aprendido a lição depois do susto e do vexame e tenha uma boa noção de como deve ser comportar se quiser ser campeão.
Ah, e palmas para o Vettel! Depois do choro de menino no Japão, a vibração de menino pela ótima posição conquistada hoje.
terça-feira, 2 de outubro de 2007
A estrela
Vi uma estrela tão alta,
Vi uma estrela tão fria!
Vi uma estrela luzindo
Na minha vida vazia.
Era uma estrela tão alta!
Era uma estrela tão fria!
Era uma estrela sozinha
Luzindo no fim do dia.
Por que da sua distância
Para a minha companhia
Não baixava aquela estrela?
Por que tão alta luzia?
E ouvi-a na sombra funda
Responder que assim fazia
Para dar uma esperança
Mais triste ao fim do meu dia.
Manuel Bandeira
Vi uma estrela tão fria!
Vi uma estrela luzindo
Na minha vida vazia.
Era uma estrela tão alta!
Era uma estrela tão fria!
Era uma estrela sozinha
Luzindo no fim do dia.
Por que da sua distância
Para a minha companhia
Não baixava aquela estrela?
Por que tão alta luzia?
E ouvi-a na sombra funda
Responder que assim fazia
Para dar uma esperança
Mais triste ao fim do meu dia.
Manuel Bandeira
sábado, 29 de setembro de 2007
Quem matou Taís
No final a pergunta deixou de ser quem e se transformou em por quê, já que o assassino foi o óbvio, o vilão da trama, Olavo. Mas o que me deixou de boca aberta foi o motivo: toda uma tramóia do Olavo pelo fato do Ivan ser filho do Antenor, coisa que até a própria Marion ignorava. Adorei essa estratégia de mudar o foco do assassino para o motivo e, assim, surpreender o público. Aplausos de pé para Ricardo Linhares e Gilberto Braga!
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Vou continuar torcendo...
...apesar da punição ter sido muito leve para a McLaren, apesar de saber que o campeonato vai ficar manchado, apesar de não ter certeza se foi justo manter a pontuação dos pilotos. Mas sei que não vai ter a mesma graça de antes.
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
domingo, 9 de setembro de 2007
Fica pro ano que vem
Depois do problema de hoje e de abandonar a corrida, acho que o sonho do título acabou pro Felipe Massa, talvez pra própria Ferrari. Os carros da McLaren foram superiores todo o final de semana e a briga vai ficar mesmo entre o Alonso e o Hamilton, que hoje fez uma ultrapassagem espetacular sobre o Kimi, dessas de deixar a gente de boca aberta. E é pra ele que eu vou torcer nessa reta final, não vou com a cara do Alonso. Seria ótimo coroar esse ano de estréia com tanta consistência levando o título pra casa.
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Duas perguntas
- Como é que um time tão desengonçado como o Corinthians pode ganhar do Santos, que vem jogando bem?
- Será que algum time será capaz de tirar o título de campeão dessa máquina de vitórias chamada São Paulo?
- Será que algum time será capaz de tirar o título de campeão dessa máquina de vitórias chamada São Paulo?
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
Homenagem a Drummond
O poeta se foi há vinte anos. Sua poesia ficará para sempre.
Ontem
Até hoje perplexo
ante o que murchou
e não eram pétalas.
De como este banco
não reteve forma,
cor ou lembrança.
Nem esta árvore
balança o galho
que balançava.
Tudo foi breve
e definitivo.
Eis está gravado
não no ar, em mim,
que por minha vez
escrevo, dissipo.
Ontem
Até hoje perplexo
ante o que murchou
e não eram pétalas.
De como este banco
não reteve forma,
cor ou lembrança.
Nem esta árvore
balança o galho
que balançava.
Tudo foi breve
e definitivo.
Eis está gravado
não no ar, em mim,
que por minha vez
escrevo, dissipo.
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Espatódea
Muitas músicas me deixam emocionada, algumas tiram lágrimas dos olhos. Como esta do Nando Reis, que ele fez pra filha Zoé.
Minha cor
Minha flor
Minha cara
Quarta estrela
Letras, três
Uma estrada
Não sei se o mundo é bão
Mas ele ficou melhor
Quando você chegou
E perguntou
Tem lugar pra mim?
Espatódea
Gineceu
Cor de pólen
Sol do dia
Nuvem branca
Sem sardas
Não sei quanto o mundo é bão
Mas ele está melhor
Desde que você chegou
E explicou
O mundo pra mim
Não sei se este mundo está são
Mas pro mundo que eu vim já não era
Meu mundo não teria razão
Se não fosse a Zoé.
Minha cor
Minha flor
Minha cara
Quarta estrela
Letras, três
Uma estrada
Não sei se o mundo é bão
Mas ele ficou melhor
Quando você chegou
E perguntou
Tem lugar pra mim?
Espatódea
Gineceu
Cor de pólen
Sol do dia
Nuvem branca
Sem sardas
Não sei quanto o mundo é bão
Mas ele está melhor
Desde que você chegou
E explicou
O mundo pra mim
Não sei se este mundo está são
Mas pro mundo que eu vim já não era
Meu mundo não teria razão
Se não fosse a Zoé.
domingo, 29 de julho de 2007
A energia do Pan
Passei os últimos quinze dias ligada no Pan do Brasil, torcendo, sofrendo e vibrando com nossos atletas. Batemos o número de medalhas de ouro de Santo Domingo, brilhamos em várias modalidades, fizemos bonito jogando em casa. Foi uma festa maravilhosa, um ritual de passagem abrindo a contagem regressiva para as Olimpíadas.
E quando a festa de encerramento terminar e a pira for apagada, será hora de guardar com carinho as medalhas e começar a suar para fazer bonito em Pequim no ano que vem. Dá-lhe Brasil!
domingo, 8 de julho de 2007
Sorriso amarelo
Foi assim o sorriso do Hamilton no pódio da corrida de hoje, justamente na Inglaterra, diante de sua torcida. Depois daquela pole conquistada no último minuto do treino, depois de tanta vibração, uma bobeada no pit e a perda de rendimento do carro lhe custaram a vitória. Ainda assim ele mantém essa regularidade incrível de estar no pódio em todas as provas disputadas até aqui e continua líder.
Já o Felipe Massa foi arrasador nas ultrapassagens, depois de largar dos boxes. E é melhor chegar em quinto e ganhar alguns pontinhos do que ver o Kimi desgarrar na classificação do campeonato, apesar de ele estar reagindo e pondo uma boa pimenta na disputa interna.
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Despedida
Queria saber o final da história mas não queria terminar o livro. Foram tantos dias de convivência com a Clarissa, o Vasco, a Fernanda, o Noel e tantos outros. Personagens tão verdadeiros, tão reais, como se fossem vizinhos, amigos, conhecidos da rua.
Nesse livro Um lugar ao sol, Érico Veríssimo olha com atenção para o cotidiano, o dia-a-dia, para aquelas coisas simples, pequenas e banais que compõem a vida de todos nós. E transforma tudo em um romance belo, humano, profundo.
quinta-feira, 21 de junho de 2007
Major Pombo
O Major Pombo é um personagem do livro Clarissa, do Érico Veríssimo, que conta a história da menina do interior que mora em Porto Alegre, na pensão de uma tia, para completar seus estudos na Escola Normal. Dentre os hóspedes da pensão está o Major, que nem é dos personagens mais marcantes, mas que entrou na minha galeria de personagens especiais por causa de uma cena: no aniversário da Clarissa, ele, "todo risonho e com um cravo na lapela", dá de presente para ela um livro de contos dos irmãos Grimm, delicadamente embrulhado, cheio de figuras encantadoras. Achei a cena tão simples e tão tocante, cheia de ternura...
E hoje, lendo outro romance do Érico Veríssimo, Um lugar ao sol, em que ele continua nos contando a vida da Clarissa, agora já com dezesste anos, de volta a Porto Alegre depois de passar alguns anos em sua cidade natal, retornando à pensão da tia, toda modificada e cheia de novos hóspedes, me peguei com os olhos cheios de lágrimas quando contaram a ela que o Major Pombo tinha morrido.
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Poema
Hoje saí sem caminho
Andando sozinho
Debaixo do sol
Não fui pra longe fui perto
Mas sem rumo certo
Passo casual
Vi tanta coisa vi gente
Vi um mundo diferente
No que parecia igual
Depois voltei para casa
Em estado de graça
Pra vida real
14/11/2005
Andando sozinho
Debaixo do sol
Não fui pra longe fui perto
Mas sem rumo certo
Passo casual
Vi tanta coisa vi gente
Vi um mundo diferente
No que parecia igual
Depois voltei para casa
Em estado de graça
Pra vida real
14/11/2005
domingo, 17 de junho de 2007
De outro planeta
O que dizer desse piloto chamado Lewis Hamilton? Sete provas, sete pódios, duas vitórias, duas poles, muita competência, muita simpatia, uma capacidade enorme de suportar a pressão e uma alegria contagiante. Além de ser uma pedra descomunal no sapato do bicampeão Alonso, que vê no próprio companheiro de equipe seu maior rival, o novato atrevido que está ocupando um lugar que era seu, a liderança do campeonato. Alonso que também anda com uma cara bicuda, como não se via nele nem na época das disputas mais duras com o Schumacher.
Está nascendo uma rivalidade que vai pegar fogo!
domingo, 10 de junho de 2007
Aconteceu de tudo
Toda a emoção que faltou nas primeiras corridas do ano se concentrou na prova de hoje: várias intervenções do safety-car; o Alonso errando várias vezes e sendo ultrapassado pelo Sato, além de tomar uma punição; desclassificação do Felipe Massa por sair do boxe com luz vermelha; Barrichelo quase indo ao pódio.
Com o Massa desclassificado, só me restava torcer pelo Hamilton. Nem é preciso falar que ele já demonstrou ter muito talento e competência e que a vitória foi realmente merecida. E ele é, de novo, líder do campeonato. E a briga está ficando cada vez melhor. O Alonso que se cuide!
Mas o mais marcante foi o acidente com o Kubica, uma batida forte, que acabou com o carro. Que coisa mais impressionante! E que aflição vê-lo inerte, dentro do que sobrou do carro, cercado pela equipe de socorro. Uma cena que me lembrou muito o acidente do Senna, o carro é muito parecido. Que alívio saber que apesar da gravidade ele saiu vivo, parece que apenas com uma perna quebrada.
Depois de tudo isso, vamos ver o que nos reserva Indianápolis.
quinta-feira, 7 de junho de 2007
Considerações sobre a Fórmula 1
Alonso: é o favorito a levar o campeonato deste ano, não só pelo talento, mas principalmente pela experiência e pelo prestígio dos dois títulos. Parece já ser prioridade da McLaren.
Massa: tem talento, competência e carro para brigar pelo título como já mostrou ganhando duas corridas. Estou torcendo muito por ele, seria muito bom ver um brasileiro campeão depois de tantos anos.
Kimi: imprevisível, cabeçudo e perseguido implacavelmente pelo azar.
Hamilton: começou a carreira com o pé direito, tem mostrado talento e regularidade, só que sua situação é um pouco complicada por ser companheiro do Alonso, que é o número um da McLaren. Mas se for pra ver outro piloto que não o Massa vencendo, prefiro que seja ele.
Massa: tem talento, competência e carro para brigar pelo título como já mostrou ganhando duas corridas. Estou torcendo muito por ele, seria muito bom ver um brasileiro campeão depois de tantos anos.
Kimi: imprevisível, cabeçudo e perseguido implacavelmente pelo azar.
Hamilton: começou a carreira com o pé direito, tem mostrado talento e regularidade, só que sua situação é um pouco complicada por ser companheiro do Alonso, que é o número um da McLaren. Mas se for pra ver outro piloto que não o Massa vencendo, prefiro que seja ele.
Só faltou um gol
Aquele gol do Diego Souza no começo do jogo foi um banho de água fria na torcida santista. Mas no finalzinho do primeiro tempo, o Renatinho reacendeu nossas esperanças empatando o jogo e vibrando muito. No segundo tempo, o Grêmio entrou para não deixar o Santos jogar, mas o Renatinho, de novo, fez o segundo gol e incendiou o jogo. E o Zé Roberto fez o terceiro e deixou o torcedor com o coração na boca. E os jogadores santistas lutaram e se empenharam e os torcedores sofreram, sofreram muito. Mas o quarto gol, o gol da classificação, não saiu. Os jogadores santistas foram guerreiros, espetaculares. Mas a noite terminou toda tricolor.
segunda-feira, 4 de junho de 2007
A palavra mágica
Certa palavra dorme na sombra
de um livro raro.
Como desencantá-la?
É a senha da vida
a senha do mundo.
Vou procurá-la.
Vou procurá-la a vida inteira
no mundo todo.
Se tarda o encontro, se não a encontro,
não desanimo,
procuro sempre.
Procuro sempre, e minha procura
ficará sendo
minha palavra.
Carlos Drummond de Andrade
domingo, 27 de maio de 2007
Ganhando pontos
Como todos previam o domingo foi da McLaren. E o Felipe Massa fez a corrida dele, garantiu o pódio, marcou pontos, manteve o terceiro lugar no campeonato e, o melhor, abriu uma boa vantagem para o Kimi. Se as coisas continuarem assim, logo ele vai ganhar prioridade dentro da equipe e o sonho do título vai se tornar cada vez mais real.
quinta-feira, 24 de maio de 2007
Que jogo!
Depois daquele jogo amarrado contra o América lá na altitude, pensei que as coisas seriam mais tranquilas para o Santos jogando na Vila. E realmente o time começou muito bem, dando um sufoco no time mexicano, sem deixá-los passar do meio de campo. Mas aí o Jonas deu de presente um passe para o jogador mexicano e eles marcaram, praticamente na única vez em que foram ao ataque. A partir daí as coisas ficaram complicadas, os mexicanos começaram a fazer cera, tentando deixar os santistas nervosos. E eu nervosíssima.
Quando começou o segundo tempo, o Santos, sem se abater, foi para o ataque. Mas as bolas não entravam! Até que o próprio Jonas conseguiu marcar um gol, se redimindo da besteira que tinha feito. Só que o empate não bastava, era preciso virar o jogo. Ainda bem que numa cobrança de falta, o Rodrigo Souto conseguiu fazer de cabeça, 2 a 1.
Depois disso, os mexicanos resolveram vir pra cima, passando cada susto na torcida, deixando o jogo, como diria o Galvão, dramático. Os últimos cinco minutos foram de muito sufoco. Finalmente, o juiz apitou, selando a vitória santista, debaixo de chuva. Ufa!
E agora, que venha o Grêmio.
sexta-feira, 18 de maio de 2007
Ritual
Como é gostoso entrar numa biblioteca, caminhar entre as estantes, sentir o cheiro dos livros, pegá-los, folheá-los, ser cativado por um título, por uma frase, por uma ilustração. Levar esse livro pra casa, conviver com ele, envolver-se tanto na leitura a ponto de não querer largá-lo antes de alcançar a última página. Depois despedir-se desse livro, voltar à biblioteca para devolvê-lo, e então começar tudo de novo...
domingo, 13 de maio de 2007
Duas vitórias
O Felipe Massa fez a pole, a terceira em quatro corridas, deu um chega pra lá no Alonso na largada, em plena Espanha, e ganhou a corrida. Agora as coisas estão como prometiam antes do campeonato, com ele entrando de verdade na briga pelo título, ganhando moral e vendo o Kimi ficar pra trás. E parece que os problemas das primeiras etapas só contribuíram para que ele ficasse mais forte, concentrado, dando um passo de cada vez, sendo comedido na comemoração da pole e só explodindo com a vitória já garantida. Se ele continuar com esse espírito, os outros que se cuidem, pois o título de 2007 virá para o Brasil.
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Xuxa e Bolinha
Meu pai quando as viu disse que não queria saber de cachorro, que dão muito trabalho, muita despesa, etc. Hoje ele as enche de mimos, leva pra passear nos fins de semana, é todo carinhoso. Já minha mãe tentou resistir, mas acabou cedendo logo, ficou toda cuidadosa, foi ela quem escolheu os nomes. Quanto a mim e meu irmão, nos apaixonamos logo de cara, a idéia de abrigá-las foi nossa.
A Bolinha é um pouco menor, mas tem personalidade forte, é atrevida, teimosa, nunca se aperta. Já a Xuxa é toda meiga, tem uns olhos doces e é medrosa, assusta-se com qualquer coisa. Ultimamente anda apavorada com o barulho da geladeira nova.
No começo, as duas dormiam no quintal, dentro de um caixote de madeira. Depois ganharam uma casinha. A partir de uma noite fria e chuvosa, passaram a dormir na cozinha. Hoje em dia reinam absolutas na sala, em confortáveis almofadas.
São nossas grandes amigas, companheiras fiéis. Mesmo com a idade avançada continuam espertas, brincalhonas, cheias de vida. Percebem tudo o que se passa com a gente, fazem festa quando chegamos em casa, sabem quando estamos alegres ou tristes. Somos capazes de tudo por causa delas: já passamos noites em claro por conta das três cirurgias que a Bolinha fez para retirar tumores de mama, felizmente benignos; já tiramos o veterinário da cama tarde da noite para socorrer a Xuxa; tivemos até uma encrenca com uma tia que não é muito chegada a animais de estimação.
É impressionante o bem que esses bichinhos fazem à saúde: acalmam, consolam, alegram, ocupam a mente. Com certeza são uma grande dádiva que a vida nos concedeu.
É impressionante o bem que esses bichinhos fazem à saúde: acalmam, consolam, alegram, ocupam a mente. Com certeza são uma grande dádiva que a vida nos concedeu.
sexta-feira, 20 de abril de 2007
Susto e reflexão
Hoje minha avó, de noventa e três anos, nos deu um susto. Ela passou mal, vomitou, suou frio. Tivemos que chamar o médico, ele pediu um exame de sangue, receitou uma injeção. Felizmente foi apenas uma indisposição momentânea, mas foi bom fazer o exame pois ficou constatada uma leve anemia, para a qual ele já receitou um remédio.
À tarde, quando estava dando chá com bolachas a ela, percebi que estava me comportando com calma e paciência, por ela estar se recuperando do mal-estar. Então fiquei pensando: por que não agir assim todos os dias, quando ela está bem e com saúde? Por que ser tão afobada e impaciente com ela às vezes? Por que tantas vezes encarar os cuidados com ela como obrigação e não como gesto de amor?
quarta-feira, 18 de abril de 2007
Navio que partes para longe...
Navio que partes para longe,
Por que é que, ao contrário dos outros,
Não fico, depois de desapareceres, com saudades de ti?
Porque quando te não vejo, deixaste de existir.
E se se tem saudades do que não existe,
Sente-se em relação a cousa nenhuma;
Não é do navio, é de nós, que sentimos saudades.
Alberto Caeiro
domingo, 15 de abril de 2007
Vitória!
Finalmente o Massa venceu! Foi bem na largada, manteve a liderança o tempo todo, passou um susto na gente quase no fim, quando administou sua vantagem e vibrou bastante com a vitória, apagando a frustração das etapas anteriores. Ele deu um belo salto na classificação e entrou de verdade na briga pelo título, além de não deixar o Kimi abrir uma vantagem maior na briga interna da Ferrari. Agora ele vai ter praticamente um mês para continuar desenvolvendo o carro, melhorando cada vez mais.
Tomara que as coisas continuem dando certo e que possamos comemorar muitas outras vitórias no campeonato. Ou pelo menos muitos pódios. E que a frustração das primeiras etapas não se repita de jeito nenhum.
sábado, 14 de abril de 2007
Boa sorte Felipe!
Gostei da vibração contida do Felipe Massa com a pole no Bahrein. Ele sabe que deu um grande passo, mas vai ter que encarar toda uma corrida antes de comemorar alguma coisa. Será preciso tomar cuidado com o Hamilton logo ali ao lado, pois o cara já mostrou que é bom e que quer fazer história. E quem sabe a narração do Cléber Machado, mais leve, traga a boa sorte que está faltando.
terça-feira, 10 de abril de 2007
O Grito
segunda-feira, 9 de abril de 2007
Frustração de novo
Vibrei muito com a pole do Massa. Acordei às três e meia da manhã esperando vê-lo disparar na frente, ganhar a corrida e apagar a frustração da abertura do campeonato. Mas logo de cara ele caiu para o terceiro lugar. A gana de vencer era tanta, que arriscou tudo, errou e caiu para quinto. E ali ficou. Enquanto o Kimi administrava com frieza o terceiro lugar.
Não estou gostando nada de criar uma grande expectativa por causa dos bons resultados nos treinos e depois vê-la frustrada na hora da corrida. Apesar de saber que o Alonso é o mais forte candidato ao título, gostaria de ver o Felipe disputando ponto a ponto a liderança, ganhando corridas, indo pelo menos ao pódio, para não deixar o Kimi construir uma vantagem que o leve a se tornar a prioridade dentro da Ferrari.
Não estou gostando nada de criar uma grande expectativa por causa dos bons resultados nos treinos e depois vê-la frustrada na hora da corrida. Apesar de saber que o Alonso é o mais forte candidato ao título, gostaria de ver o Felipe disputando ponto a ponto a liderança, ganhando corridas, indo pelo menos ao pódio, para não deixar o Kimi construir uma vantagem que o leve a se tornar a prioridade dentro da Ferrari.
Espero que as coisas possam ser melhores no Bahrein.
quinta-feira, 5 de abril de 2007
A magia da Páscoa
Como é gostoso ser criança nesse tempo de páscoa! Esperar pelo coelhinho, procurar os ovos pela casa toda, surpreender-se com o que há dentro deles, lambuzar-se de chocolate até a mãe decretar que eles são a sobremesa, não o almoço.
Acho que os ovos de páscoa mais saborosos que comemos na vida são aqueles fabricados e distribuídos pelos coelhinhos.
Acho que os ovos de páscoa mais saborosos que comemos na vida são aqueles fabricados e distribuídos pelos coelhinhos.
terça-feira, 3 de abril de 2007
Já vai tarde
Sou totalmente contra o costume nacional de mandar um técnico de futebol embora após dois ou três maus resultados, sem dar-lhe tempo de conceber e colocar em prática um projeto de trabalho dentro de um time. Mas o caso do técnico Leão já não era mais de tolerância por parte da diretoria do Corinthians e sim de incompetência ou burrice, ou de alguma razão mais obscura que prendia o treinador ao time.
Leão é um bom treinador, mas sua arrogância e autoritarismo sufocaram aquela competência que ele demonstrou nos tempos do Santos de Diego e Robinho. Atualmente ele só sabe criar polêmica com dirigentes e jogadores, além de ter exagerado na mania de criticar a arbitragem em todos os jogos. Como diz o meu pai: se fizer quatro, cinco gols, não é possível que todos serão anulados.
Finalmente ele está fora do Corinthians. Não que isso resolva todos os problemas, mas pode ser que um novo comandante traga novos ares para esse time tão desgovernado.
Leão é um bom treinador, mas sua arrogância e autoritarismo sufocaram aquela competência que ele demonstrou nos tempos do Santos de Diego e Robinho. Atualmente ele só sabe criar polêmica com dirigentes e jogadores, além de ter exagerado na mania de criticar a arbitragem em todos os jogos. Como diz o meu pai: se fizer quatro, cinco gols, não é possível que todos serão anulados.
Finalmente ele está fora do Corinthians. Não que isso resolva todos os problemas, mas pode ser que um novo comandante traga novos ares para esse time tão desgovernado.
quinta-feira, 29 de março de 2007
Lembranças...
Me lembro de um time cheio de raça, capaz de virar um jogo praticamente perdido e mudar o panorama de um campeonato.
Me lembro do Tupãzinho, talismã do time, que entrava nas situações mais críticas e ajudava o time a vencer.
Me lembro do bicampeonato brasileiro de 98 e 99.
Me lembro da conquista do Mundial de Clubes, jogando em casa, tão questionada.
Me lembro do time com um belo toque de bola sob o comando do Parreira.
Me lembro das duas eliminações da Libertadores diante do River Plate, a segunda com direito a barbárie da torcida.
Me lembro da teimosia em firmar parceria com a MSI, apesar de tudo levar a crer que era uma coisa temerosa.
Me lembro da "argentinização" do time, com Tevez, Mascherano e Passarela.
Me lembro da conquista do Brasileirão 2005, contando com a ajuda preciosa do árbitro Edilson.
Me lembro da decadência e da luta contra o rebaixamento em 2006.
Me lembro do autoritarismo do técnico Leão.
Me lembro da indisciplina do time.
Me lembro do Christian começando arrasador e indo embora para o Inter.
Me lembro da péssima campanha no Paulista 2007.
Me lembro de tantas outras coisas que não cabem aqui.
Me lembro, acima de tudo, de como era bom torcer para o Corinthians.
sexta-feira, 23 de março de 2007
Poema
Instante
Sinto frio
Muito frio
Vejo formas pálidas ao meu redor
De uma brancura glacial
Meu sangue está congelado
Já não corre nas veias
Também não consigo me mover
E no entanto
Nunca estive tão bem
Quanto agora
Sinto frio
Muito frio
Vejo formas pálidas ao meu redor
De uma brancura glacial
Meu sangue está congelado
Já não corre nas veias
Também não consigo me mover
E no entanto
Nunca estive tão bem
Quanto agora
terça-feira, 20 de março de 2007
Casamento
A coluna de hoje do Rubem Alves na Folha me fez retomar uma reflexão sobre a posição da Igreja Católica em relação a alguns assuntos. Ele escreveu sobre a declaração do papa de que o segundo casamento é uma praga, destacando que não só o segundo, mas o primeiro e qualquer um, já que para a Igreja o casamento é acima de tudo um contrato de direitos e deveres entre os noivos, e que sacramento significa o selo eclesial que valida uma relação entre homem e mulher.
Concordo com ele, pois parece que cada vez mais a Igreja se transforma numa severa legisladora, ao invés de ser a orientadora de uma prática espiritual que se reflita na vida cotidiana dando sentido às nossas escolhas, condutas e ações, de maneira a proporcionar um bem-estar individual e coletivo.
Continuo vendo o casamento acima de tudo como celebração, no sentido de um momento de festa que marca algum acontecimento importante. É logico que o amor acontece realmente no dia-a-dia, na maneira como as pessoas se relacionam, mas acho legal parar por um momento e olhar para essa vivência de um jeito especial, daí a celebração, o sacramento. Mais do que um contrato sujeito a penalidades se for rompido, um compromisso, sujeito à falibilidade humana, claro, mas norteado pela idéia de valorização dos laços, ao contrário da banalização e superficialidade que parecem cada vez mais tomar conta das relações em todas as esferas da vida.
A postura da Igreja deveria se basear mais em trabalhar a nossa responsabilidade por nossos atos e suas consequências, do que em insistir na idéia de culpa e castigo.
domingo, 18 de março de 2007
Pontinha de frustração
Esperei ansiosamente pelo início do campeonato de Fórmula 1. Falava-se que os postulantes ao título provavelmente seriam Massa, Raikkonen e Alonso. No decorrer dos testes, Massa começou a se destacar e passou a ser apontado como favorito por pessoas importantes do automobilismo. Daí a minha expectativa aumentou ainda mais, com a possibilidade real de um brasileiro campeão. Por isso, quando vi aquela Ferrari se arrastando na pista no treino classificatório, deixando Felipe nas últimas posições, não pude deixar de sentir uma pontinha de frustração, ainda mais com o Kimi lá na pole.
Tudo bem que foi a primeira corrida do ano, há muita coisa pela frente e apesar de tudo ele conseguiu marcar três pontos, melhor que não marcar nenhum. O problema é que na briga interna da Ferrari, não faltam 16 corridas, mas umas 3 ou 4, e quem se destacar a partir daí vai ganhar prioridade. E o Kimi saiu na frente.
Espero que o Massa possa se recuperar na próxima etapa, brigar de verdade pela pole e conseguí-la, ganhar a corrida e continuar na briga com o companheiro. E vou torcer para que o azar que sempre acompanhou o Kimi não tenha resolvido passar para o Felipe justamente agora.
Tudo bem que foi a primeira corrida do ano, há muita coisa pela frente e apesar de tudo ele conseguiu marcar três pontos, melhor que não marcar nenhum. O problema é que na briga interna da Ferrari, não faltam 16 corridas, mas umas 3 ou 4, e quem se destacar a partir daí vai ganhar prioridade. E o Kimi saiu na frente.
Espero que o Massa possa se recuperar na próxima etapa, brigar de verdade pela pole e conseguí-la, ganhar a corrida e continuar na briga com o companheiro. E vou torcer para que o azar que sempre acompanhou o Kimi não tenha resolvido passar para o Felipe justamente agora.
sexta-feira, 16 de março de 2007
Amor e preconceito
Finalmente assisti "O Segredo de Brokeback Mountain". Estava na minha lista há um bom tempo, mas vinha sendo preterido por filmes nacionais, que estão cada vez melhores, e por comédias.
Sempre procurei encarar a questão do homossexualismo da maneira mais livre de preconceitos possível e o filme veio contribuir muito pra isso. É lógico que causa um certo estranhamento ver dois homens se beijando e trocando carícias, mas acima de tudo o filme conta uma história de amor conturbada pela crueldade do preconceito.
Preconceito que faz com que eles tenham que viver casamentos de aparência e tenham que se encontrar esporadicamente, escondidos na solidão da montanha, o que provoca conflitos entre os dois. Seria tão mais simples se eles pudessem assumir a relação, morar juntos, talvez construir uma família.
Não consigo compreender como a sociedade pode dar tanta importância às opções sexuais de uma pessoa e julgá-la pelo que faz na sua intimidade e não por seu caráter e pelos bons valores que essa pessoa possa cultivar no seu dia-a-dia.
Sempre procurei encarar a questão do homossexualismo da maneira mais livre de preconceitos possível e o filme veio contribuir muito pra isso. É lógico que causa um certo estranhamento ver dois homens se beijando e trocando carícias, mas acima de tudo o filme conta uma história de amor conturbada pela crueldade do preconceito.
Preconceito que faz com que eles tenham que viver casamentos de aparência e tenham que se encontrar esporadicamente, escondidos na solidão da montanha, o que provoca conflitos entre os dois. Seria tão mais simples se eles pudessem assumir a relação, morar juntos, talvez construir uma família.
Não consigo compreender como a sociedade pode dar tanta importância às opções sexuais de uma pessoa e julgá-la pelo que faz na sua intimidade e não por seu caráter e pelos bons valores que essa pessoa possa cultivar no seu dia-a-dia.
quinta-feira, 15 de março de 2007
Começando
Comecei a me interessar por blogs por causa do Blog da Soninha. Eu sempre gostei das colunas dela na Folha e passei a acompanhá-la também no blog. Depois, durante a Copa do Mundo, buscava informações no Blog do Juca. Daí fui descobrindo outros blogs, que comecei a ler regularmente. Da simples leitura, passei para os comentários. Agora resolvi criar o meu próprio blog, para falar de assuntos que não estejam em pauta nos blogs que frequento. Sempre que surgir um assunto interessante que me inspire alguma reflexão, ele virá parar aqui. Espero ter muito sobre o que falar.
