domingo, 30 de dezembro de 2007

domingo, 23 de dezembro de 2007

Noite de Natal

Costumávamos passar a noite de Natal na casa de uma das irmãs do meu pai, Matilde, tia Tudi. Era uma farra, vinham tios e tias, vinham os primos. Uma dessas noites ficou muito marcada na minha memória.
Não me lembro o ano. Minha tia de São Paulo, madrinha do meu irmão, trouxe para ele uma bicicleta, o pedido dele ao Papai Noel. Eu tinha pedido uma boneca chamada Din Din, que a gente dava corda e ela tocava uma musiquinha de ninar e se espreguiçava.
Na hora da ceia, todos os meus primos já tinham recebido os presentes, menos eu e meu irmão. Para evitar choradeira, meu pai resolveu vir até em casa ver se o Papai Noel já tinha passado por aqui. Para nossa alegria, o bom velhinho já tinha devidamente entregue nossos presentes. Então foi uma festa só!
O mais engraçado foi que depois de algum tempo meu irmão tinha abandonado a bicicleta e ficou brincando com o carrinho de bombeiros do meu primo, que por sua vez girava pela casa toda com a bicicleta novinha. Essas crianças...

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Saudade de outros tempos

É impressionante como nunca valorizamos as coisas no momento em que elas acontecem. Só percebemos sua verdadeira importância depois que elas acabam e não voltam mais. Queria ter aproveitado tanto outros natais!
Será que terei aproveitado este como ele merece quando me lembrar dele daqui a algum tempo?

domingo, 16 de dezembro de 2007

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Poema colado

Vi este poema no blog do Antonio Cícero e adorei.

El tiempo

Este verso és el presente.
El verso que habéis leído ya es el pasado,
ya ha quedado atrás después de la lectura.
El resto del poema es el futuro,
que existe fuera de vuestra
percepción.

Las palabras
están aquí, tanto si las leéis
como si no. Y ningún poder terrestre
puede modificarlo.

Joan Brossa

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Caiu!!!

Deixei de me declarar corintiana por muito tempo, até flertei com outros times, mas ontem foi impossível ficar indiferente. Assisti ao jogo e entrei no ritmo do alívio e da decepção que se alternavam nos rostos dos torcedores a cada momento, a cada lance dos dois jogos decisivos. Até que veio o apito final e a palavra tão temida repercutiu: rebaixamento. Palavra que soa triste pela grandeza do clube, mas merecida pela mediocridade e pela bandalheira dos últimos tempos.