segunda-feira, 15 de março de 2010

Impressões sobre a primeira corrida

A viseira aberta do capacete do Bruno Senna funcionou como uma máquina do tempo: como ele é parecido com o tio! Tomara que a equipe possa crescer um pouquinho e dar a ele a oportunidade de mostrar seu talento.
E o Alonso ganhou logo na estréia, depois de ter dito que precisaria de umas quatro corridas para estar totalmente adaptado. Péssimo para o Felipe Massa. Porque as coisas podem não ficar feias como na época da rixa com o Hamilton, mas o espanhol é enjoadinho, ainda mais mostrando serviço.
Agora, quem merece aplauso é a Lotus, que conseguiu completar a corrida com os dois carros, ainda que o Trulli não tenha chegado a receber a bandeirada. Quem sabe ela não tire um bom aprendizado desse ano e consiga se tornar uma equipe mediana pra 2011?

sexta-feira, 12 de março de 2010

Motores roncando

Está começando a nova temporada da Fórmula 1, cheia de novidades. São novas equipes, novas regras, o Schumacher de volta. Ótimos ingredientes para criar uma grande expectativa depois de alguns meses de jejum.
O mais legal é saber que tem no mínimo uns quatro pilotos para brigar de verdade com o alemão, pelo menos ao que parece não vai haver aquele monopólio de quando ele estava para se aposentar.
O mais chato é ver o Bruno Senna entrando na categoria por uma equipe que vai se arrastar durante o ano. Nem sei se dar pra mostrar um bom desempenho com a maquininha que ele vai guiar. Mas é um começo.
Agora, ver a Globo inventando mais uma sigla, dessa vez VR pra Virgin é dose...

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Escritos

O dia amanhecera nublado, prometendo chuva. Já fazia uma semana que o tempo estava assim.
Dias molhados e cinzentos costumavam lhe inspirar. Mas não aqueles dias. Não escrevera uma linha sequer. A mente parecia em branco.
Começava a ficar angustiado. Previa mais um longo dia ocioso em companhia da garrafa de café.
07/01/2010

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Poema

Quando ouvi aquela palavra
- Nasceu!
Não resisti desatei a chorar
Aquele grão pequenino
Tornou-se um lindo menino

07/12/2009

Para o Arthur, meu sobrinho que nasceu há dois dias

domingo, 22 de novembro de 2009

Não tenho pressa...

Não tenho pressa. Pressa de quê?
Não têm pressa o sol e a lua: estão certos.
Ter pressa é crer que a gente passa adiante das pernas,
Ou que, dando um pulo, salta por cima da sombra.
Não; não tenho pressa.
Se estendo o braço, chego exactamente onde o meu braço chega -
Nem um centímetro mais longe.
Toco só onde toco, não onde penso.
Só me posso sentar onde estou.
E isto faz rir como todas as verdades absolutamente verdadeiras,
Mas o que faz rir a valer é que nós pensamos sempre noutra cousa,
E somos vadios do nosso corpo.

Alberto Caeiro

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

E o Button levou

Ele aproveitou o super carro projetado pelo Ross Brawn, ganhou corrida atrás de corrida no começo do campeonato e depois foi só administrar a gordura adquirida, quando o Rubinho finalmente começou a se entender com o carro e a Red Bull passou a dar trabalho. Ainda que não seja um piloto do mais alto nível, soube aproveitar a oportunidade e isso faz com que mereça o título.
Já o Rubinho, mesmo não tendo sido campeão e mais uma vez passando em branco no Brasil, teve um ótimo ano, se considerarmos que quase se aposentou, de maneira forçada e com cara de piloto em decadência. Para quem assistiria o campeonato pela TV, chegar a Interlagos disputando o título é um belo lucro.
Mas o ano que vem não promete mais do que a luta por pontos e algum pódio, ainda que seja uma boa perspectiva nesta altura da carreira pelo menos continuar fazendo aquilo que gosta, e depois de ter provado que é, sim, um ótimo piloto.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

domingo, 20 de setembro de 2009

Saudades



Há muito tempo eu não parava para ouvir um CD inteiro, especialmente este.
Quantas sensações adormecidas despertaram, algumas tão intensas quanto há alguns anos, outras que eu sei como eram mas que não se manifestaram porque o momento é outro, o ouvido é outro, os sentimentos são outros. Sentimentos outros que provocaram novas sensações, novas maneiras de encarar as letras, os acordes, os sons, que produziram novas imagens. Imagens que vão mudar daqui a algum tempo, quando os sentimentos mudarem, mas que vão deixar saudades como deixaram as de alguns anos.
Como disse Alberto Caeiro: não é do navio, mas de nós mesmos que sentimos saudades.