O ano em que meus pais saíram de férias não vai concorrer ao Oscar de melhor filme estrangeiro. É um filme maravilhoso, me conquistou desde que li as primeiras críticas e comentários. Ele se passa em 1970 e conta a história do menino Mauro, cujos pais são militantes políticos em plena ditadura e precisam "sair de férias" por uns tempos para fugir da repressão. O menino é praticamente adotado pela comunidade judaica do bairro Bom Retiro e ali vai descobrir sobre tolerência e amizade, vai torcer pela seleção brasileira na Copa do Mundo do México, vai intuir sobre o momento político que o país vive, enfim, vai começar a crescer.
É um filme imperdível, de alta qualidade e por isso eu me pergunto: deixar de concorrer ao Oscar faz tanta falta assim? É ótimo conquistar prêmios, a estatueta traz prestígio e dá uma turbinada no marketing, mas não serve como a maior, ou única, medida para a qualidade de um filme, ou ator, ou diretor.
2 comentários:
se me conheceu através do blog da Luiza, só prova ser uma mulher de bom gosto. adoro o Blogocular.
beijo, grato pela visita
Também agradeço por ter passado aqui!
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