Vozes de dentro
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
O poema
Uma formiguinha atravessa, em diagonal, a página ainda em branco. Mas ele, aquela noite, não escreveu nada. Para quê? Se por ali já havia passado o frêmito e o mistério da vida...
Mário Quintana
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Postagem mais recente
Postagem mais antiga
Página inicial
Nenhum comentário:
Postar um comentário